Lembramos os amigos idos em Verões passados

e nas árvores a sua essência ainda viva

em impulsos vasculares de verde em verde

e a ausência do amparo justo dos seus ombros,

das suas mãos, do seu olhar sincero

sobre a terra fértil,

sobre as folhas, nos seus veios

onde perdura eternamente um olhar sem eco,

caindo a gota sobre o musgo

e combatendo nas mãos vagas

toda a força da saudade.




Lembramos os amigos idos II