Hoje de tudo sorrimos
porque o vento me espalha pelas
águas de um mar qualquer
nas tardes de Verão,
ou pelas vielas desta cidade,
ao som de gaivotas
nas manhãs solitárias
e do teu respirar,
enquanto a maresia
servir os impulsos de me fazer ao largo
junto a ti nesse barco
que navega sem rumo definido,
por aí, a afastar-se lentamente do
anonimato das urbes.

Hoje de tudo sorrimos