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Chris Bell - I am the Cosmos
Ensaios e outras merdas
Poesia
Na solidão desta cozinha
Arrastamos pesadamente este lamento
Se de repente, dos teus olhos uma ave
Nesta cidade, um grito
Quando todas as coisas se parecerem com o mar
O meu cão, arrependido
Nem que todas as cores ganhassem vida
O teu ck
This mortal coil
Num outro Estio
No teu ninho
Os Justos
Refinaria
Fevereiro
Auto-retrato
Crowds
Ao longe, no meu peito
Feliz ano, amigos
Carta simples II
No teu atelier
No doce embalo do teu seio
Uma sombra do teu corpo
Carta simples
É por ser tão negro
Cicatriz
Devia ter-te beijado
Paragens de autocarro
Lembramos os amigos idos (momento II)
Naquele quarto alugado
Sinédoque
Sépia
O lobo
Nos nossos ventres
A direita é uma puta ougada
Um dia, à Tua mesa
Sobre o teu signo
Dos teus olhos, duas gotas
Um adeus-surpresa
Onde te sinto mais a falta
Já se faz tarde, vai
Ao filho da puta que me arrombou o carro
Num outro Sul
Deste lado do Mundo
Na miragem somos fortes
Lembramos os amigos idos
Tudo está cada vez mais vazio.
...uma outra curva
Somos felizes
51%
Hoje outra fisgada
Hoje só Nick Cave
Existem fantasmas nesta casa
Modus Operandi
Porto de Abrigo ad lib
Ataque de pânico
Redefinindo
Homem Expresso
Porque tudo tem um fim.
Flutuando
Momento
Ainda ninguém te mandou à merda, hoje?
Epitáfio de um louco
Recusando a paz podre
Hoje de tudo sorrimos
As margens
O cão
Pedagogia dos afectos
180 aves
des-per-so-na-li-za-ção
Ao longe, quem sabe, algum lilás
Cortamos o cordão aos poucos
Nunca faço a barba de sapatos
Confusões
Hygieia
As nossas madrugadas
Janela
Na nossa infância
Consigo sentir a vida
Para ti guardo-te as horas
Restaura este quadro antigo
Foto inusitada
Poema aos íntegros criticantes que te me nos olham de soslaio
Procuramos predicados
Tropheus
Trilhos amarelos
Os pardais citadinos vêm todos morrer ao campo
Sobe a Norte pela colina
Anémonas
Invicta
O poeta em desgraça
Sente o cimento quente
Trincamos azedas até a língua ficar dormente
Desenhas-me em ondas
Depois de nós
Intelectualóides
Carga semântica I
Carga semântica II
Ouvir (flash):
Sereia
A pirosice de Orfeu
Somos Alfa e Omega
Já não conheço outro caminho
Flagrante de Verão
Hoje tenho uma mão vazia e outra cheia
Esta é a minha catarse
Fora das sombras
Luvas de couro
Caminharei por estas ruas outra vez
Oh, seres vazios
Quando te ofereci a Lua
Não me chamou irmão
O contador de histórias
(
a José António Gomes
)
Tudo gira à tua volta
Sem âncora
Farol
Poema a Pablo Neruda
Essência de ti
Avô / Adeus
Mãos de maré vaza
O ateu ou a conveniência de se ser ateu
Sem destino
Engano
Quando se calarão?
Sobre o Amor Impedido
O rio que o sol bebeu
Sobre o Amor Proibido
No desejo de seres correcta
É nesse verde onde tu te deitas
És substantivo, daqueles fortes
Canção de embalar
Traição traída
Se valer a pena
Isto tinha que acabar [eventualmente]
Sexus berços-túmulos
Vem comigo agora
Quero acreditar
Fim