Agarra todos os momentos
e o somatório da frieza com o peso
do que fomos,
fecha-os num saco atado aos pés
e faz-te ao rio sem complexos.
Vai, tenta nadar como eu tentei
e sente o fardo a afundar-te, lentamente
e sem saída na água fria
e à tona vê a vida que
te escapou por entre os braços
sem comos nem porquês.